terça-feira, 6 de outubro de 2009

Escolas técnicas francesas pagam por comparecimento de alunos

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Para lutar contra a evasão escolar, alguns estabelecimentos técnicos de ensino na França decidiram "pagar" os alunos para assistir às aulas e oferecer até ingressos de futebol.

A partir desta segunda-feira, três escolas nos arredores de Paris oferecem prêmios de até 10 mil euros (cerca de R$ 26 mil) para a classe que menos faltar às aulas.

A iniciativa para estimular a assiduidade nessas escolas, tomada pelo secretário francês para a Juventude, Martin Hirsch, vem provocando grande polêmica no país e está sendo criticada por representantes de pais de alunos e até por membros do próprio governo.

A ministra do Ensino Superior, Valérie Pecresse, declarou no domingo que "a assiduidade é o primeiro dever de um aluno".

A ministra, que afirma não ter soluções imediatas para o problema de alunos que faltam às aulas, questiona se "é preciso pagar um adolescente para que ele faça sua obrigação".

O índice de alunos que faltam regularmente aos cursos é de 11%, em média, na França. Em escolas profissionalizantes, esse número pode ser ainda mais elevado e atingir até 80%, segundo Hirsch.

Sem diploma

De acordo com um recente relatório sobre Educação da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), anualmente 150 mil jovens franceses saem do sistema educacional sem obter um diploma, o que corresponde a um entre cada cinco alunos.

O projeto piloto para estimular os alunos a frequentar as salas de aulas vai ser aplicado em três escolas técnicas da Academia de Créteil, nos arredores de Paris.

Secretário francês para a Juventude, Martin Hirsch

Martin Hirsch: 'tentando coisas novas'

Cada classe vai dispor de um montante inicial de 2 mil euros (cerca de R$ 5,2 mil), que poderá aumentar até 10 mil euros se o objetivo em relação à assiduidade e à disciplina for cumprido pelos alunos.

"Não quero dar uma de Papai Noel", afirmou o secretário para a Juventude em relação ao projeto experimental. "Não é um prêmio individual. Estamos tentando coisas novas", afirmou Hirsch.

O dinheiro obtido pela classe será utilizado para financiar viagens linguísticas e outros projetos culturais dos alunos.

"Um problema de educação resolvido com dinheiro é algo catastrófico", diz a FCPE, a maior federação de pais de alunos da França em um comunicado.

Para a organização, o problema deveria ser resolvido com medidas relativas ao conteúdo do aprendizado, que deveria despertar o interesse dos alunos.

Já uma escola técnica em Marselha, no sul da França, a direção do estabelecimento decidiu oferecer mensalmente ingressos para os jogos de futebol do Olympique de Marselha aos alunos que não faltarem às aulas.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Nelsinho pede desculpas e diz não temer rejeição de pilotos da F-1

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O piloto brasileiro Nelsinho Piquet falou pela primeira vez sobre a armação do Grande Prêmio de Cingapura do ano passado, quando bateu de forma proposital para favorecer seu então companheiro de Renault, o espanhol Fernando Alonso. Em entrevista à TV Globo, ele pediu desculpas "por ter magoado muita gente" com o ocorrido.

Arquivo
Nelsinho Piquet falou pela primeira vez sobre a armação no GP de Cingapura do ano passado



"Primeiro de tudo eu gostaria de pedir desculpas para o povo brasileiro. Sei que magoei muita gente, as pessoas ficaram chateadas. Quero limpar essa história e não deixar isso guardado para mim", disse Piquet. "Inicialmente precisava admitir que cometi um erro. Sei o retorno à categoria é difícil, mas nunca vou desistir do meu sonho de ser piloto de Fórmula 1"

Alvo de duras críticas por parte dos pilotos por conta da armação, Nelsinho minimizou a reação de seus ex-pares. "Ninguém que falou isso é um amigo próximo meu. Se fosse o Felipe [Massa] ou o Rubinho [Barrichello], me afetaria mais. Com quem eu preciso me preocupar em estar bem são as equipes", afirmou o brasileiro.

Nelsinho Piquet também deu mais detalhes sobre como foi combinada a armação do GP de Cingapura. Ele revelou que alguns dias antes foi chamado para uma reunião com Flavio Briattore, ex-chefe da equipe, e Pat Symonds, ex-engenheiro. "Foi tudo muito rápido. Nunca tinha tido uma reunião com os dois juntos em uma mesma sala."

"Ele lembraram de uma batida em que fui favorecido [no GP da Alemanha] para dar a entender o que estavam tramando. Eles foram dando a ideia na conversa, falaram que ajudaria a equipe e a minha situação naquele momento. Então aceitei. Me pediram para bater na 14ª volta e tinha de ser naquela curva especifica", explicou.

O brasileiro voltou a disparar contra seu ex-chefe, Flavio Briattore, que acabou sendo banido da F-1 pelo ocorrido e até mesmo chegou a insinuar que Nelsinho tinha um caso homossexual na Europa. "Ele fez cena [ao lamentar a batida]. Depois, feliz com a vitória do Alonso, bateu nas minhas costas como uma forma de me agradecer."

"Os ataques pessoais vieram por conta do desespero dele. É um amigo de família e ele só falou isso, pois não achou outra forma de me ofender", completou Piquet.

O piloto ainda revelou que não foi ele que falou sobre a história ao seu pai, o tricampeão de F-1 Nelson Piquet, e negou que tenha pensado na armação. "Seria tão duro contar isso para meu pai que nem mesmo fui eu que falei. Sabia o quanto tinha errado. Não estava com cabeça para dizer não no momento, como poderia inventar algo assim?"

MEC deve cancelar contrato com consórcio do Enem

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Ministério da Educação (MEC) busca meio jurídicos para anular o contrato com a empresa Connasel (composta por um consórcio de empresas de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia) responsável pela aplicação da prova do Enem. A decisão teria sido tomada pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, após o vazamento de provas que culminaram no cancelamento o exame.

Haddad afirmou que irá se encontar com o ministro da Justiça, Tarso Genro, na próxima terça-feira a fim de apresentar a ele as etapas da investigação sobre o vazamento de questões do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e eventualmente pedir auxilio da Força Nacional de Segurança para acompanhar a aplicação da prova a mais de 4 milhões de alunos. Segundo Haddad, a nova data da avaliação, que estava marcada para este final de semana, só será divulgada na próxima quarta-feira.

A Polícia Federal investiga o vazamento de questões da prova e a tentativa de venda das informações ao jornal O Estado de S.Paulo. Na última quarta-feira, um homem telefonou à publicação dizendo que tinha em mãos duas das provas do Enem. A repórter viu as provas e confirmou as questões com o ministério. A avaliação, que seria realizada neste fim de semana, foi cancelada e uma nova data deve ser divulgada só na quarta-feira.

Investigação
A Plural Editora e Gráfica Ltda, responsável pela impressão das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), entregará 1,2 mil horas de gravações feitas pelas câmeras de segurança da empresa para a Polícia Federal, segundo declaração do diretor da empresa, Carlos Jacomine, ao programa Fantástico da Rede Globo.

Dois suspeitos pela fraude já fora identificados e interrogados pela polícia. A gráfica afirmou, em nota, que um dos investigados nunca trabalhou na empresa. De acordo com o Fantástico, um deles seria contratado pelo consórcio Connasel, responsável pela aplicação do exame, para cuidar da segurança durante a impressão e manuseio das provas.


Bancários continuam em greve nesta segunda-feira

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A greve dos bancários entra no 12º dia nesta segunda-feira (5). A decisão de manter a paralisação foi tomada na última sexta-feira depois de dois dias de negociações fracassadas, realizadas em São Paulo pelo Comando Nacional dos Bancários e a Fenaban, que representa os bancos.

De acordo com a Fenaban, os presidentes dos bancos vão se reunir mais uma vez hoje para avaliar a possibilidade de uma nova proposta aos trabalhadores. Após a reunião, deverá será marcada outra rodada de negociação com os funcionários.

O sindicato dos bancários diz que as instituições financeiras não mudaram a proposta que reduz a participação nos lucros e resultados das instituições. Os bancos também não aceitam o reajuste salarial de 10% exigido pelos grevistas, entre outras solicitações da categoria.

A categoria pede 10% de reajuste (sendo 5% de aumento real) e participação nos lucros sobre três salários mais o valor fixo de R$ 3.850.

Agências bancárias estão fechadas em todo o país. Segundo a Contraf (Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro), há 7.053 unidades fechadas em vários Estados.

Zona Azul fica mais cara em SP a partir de hoje

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Folha de estacionamento nas ruas da capital paulista vai subir de R$ 1,80 para R$ 3; talão com dez unidades sai por R$ 28

Os motoristas que dirigem pela cidade de São Paulo vão pagar mais caro para estacionar o veículo em um das cerca de 33 mil vagas de rua da capital paulista. A partir desta segunda-feira (5), a Zona Azul está mais cara. A folha aumentou de R$ 1,80 para R$ 3. Um papel de Zona Azul permite que o motorista estacione o carro nas ruas do centro expandido por um período de uma hora.

O aumento de 67% estava previsto para começar a valer em junho passado, mas foi barrado pela Secretaria de Transportes depois que surgiram denúncias de irregularidades na distribuição das folhas por parte das empresas. Para o motorista, a partir de agora é mais vantajoso comprar o talão com dez folhas, que começa a ser vendido por R$ 28.

A CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) disse que o último aumento da Zona Azul ocorreu em 2001 e que o reajuste atual é menor do que a inflação registrada nos últimos oito anos.

A Zona Azul foi criada em São Paulo em 1976 e, atualmente, é vendida em 3.700 pontos diferentes da cidade. A lista com os endereços dos postos de venda de folhas e talões pode ser vista no site da CET. Também é possível comprar talões pela internet. O motorista não paga taxa de entrega.

domingo, 4 de outubro de 2009

Governo estuda manter IPI reduzido

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A alíquota reduzida para fogão, refrigeradores, tanquinhos e máquinas
de lavar, que termina no próximo dia 31, deve ser estendida até o fim do ano

A redução da alíquota de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para eletrodomésticos, material de construção e bens de capital pode ter o prazo prolongado, segundo fontes do governo. Como o impacto fiscal dessas medidas é bem menor do que a queda do IPI para automóveis, cujas alíquotas começaram a ser majoradas esta semana, a equipe econômica avalia se valeria a pena manter esse inventivo. O problema, mais uma vez, é o espaço fiscal bastante limitado com que trabalha o governo.

Apesar da defesa enfática da política fiscal expansionista posta em prática nos últimos meses, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, falam em conseguir um superávit de 2,5% do PIB (Produto Interno Bruto), sem usar os abatimentos previstos. Nesse esforço, qualquer economia fará diferença.

Por outro lado, existe a disposição de estimular ao máximo a economia, e é isso que está sendo pesado. Segundo uma fonte, diante desse dilema, os incentivos à construção civil e ao investimento têm mais chances de continuar do que os da linha branca, que são itens de consumo. A avaliação é que, com a política monetária flexível adotada ao longo do ano, cujo efeito pleno está chegando agora, no fim do ano, o consumo já terá um impulso significativo, o que pode dispensar a renovação do IPI linha branca.

A alíquota reduzida para fogão, refrigeradores, tanquinhos e máquinas de lavar termina no dia 31 deste mês. Há dentro do governo quem defenda a prorrogação pelo menos até o fim do ano, quando se encerram os incentivos para os demais setores. O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, tem destacado a importância do incentivo fiscal para manter as vendas aquecidas.

Em recente entrevista, Jorge defendeu a manutenção da redução do IPI para linha branca e materiais de construção. Ele argumenta que é preciso baixar o custo das obras do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida, que recebe subsídios do Tesouro para as moradias destinadas à população de baixa renda. O raciocínio é que elevar os impostos de um produto em que o governo tem participação tributária importante é ampliar o custo até para o Tesouro.

A Abramat (Associação da Indústria de Material de Construção) e a Anamaco (Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção) também têm trabalhado para convencer o governo a ampliar os prazos, mantendo a desoneração pelo menos em parte de 2010. O argumento é que o ciclo de uma obra pode chegar a dois ou três anos. Uma fonte do governo afirma que a prorrogação para cada setor será "discutida no tempo certo", ou seja, mais perto de quando o prazo das desonerações estiver se encerrando.

Nas contas da Receita Federal, a redução de IPI para material de construção até 31 de dezembro custará aos cofres públicos R$ 952 milhões e, para bens de capital, R$ 345 milhões. A renúncia fiscal para linha branca, prevista para acabar em 31 de outubro, será de R$ 380 milhões.


Tarifas que não podem ser cobradas pelos bancos

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Lidar com banco não é tarefa das mais fáceis. Num passado não muito distante, eles cobravam mais de uma vez pela mesma tarifa porque não havia uma padronização ou regras. E em alguns casos, eles cobravam até por serviços que deveriam ser de graça.

Isso mudou nos últimos anos. O Banco Central padronizou as tarifas e fiscaliza se há abusos. Mesmo assim, na hora de abrir uma conta no banco, é importante saber quais são os seus direitos e quais serviços devem ser oferecidos a você sem custo algum.

Para conta corrente:

- Fornecimento de cartão com função de débito
- Fornecimento de dez folhas de cheque por mês (desde que o cliente reúna os prerrequisitos necessários para utilizar cheques)
- Fornecimento de segunda via do cartão como função de débito (exceto por perda, roubo e danificação, entre outros)
- Realização de até quatro saques por mês, em guichê de caixa, inclusive por meio de cheque avulso, ou em terminal de autoatendimento
- Realização de duas transferências de dinheiro entre contas da própria instituição por mês, em guichê de caixa, em terminal de autoatendimento ou pela internet
- Compensação de cheques
- Consultas pela internet
- Fornecimento de até dois extratos contendo a movimentação do mês

Para conta poupança

- Fornecimento de cartão com função de movimentação
- Fornecimento de segunda via do cartão, exceto nos casos de pedidos de furto e danificação
- Realização de até dois saques por mês em guichês de caixa ou terminal de autoatendimento
- Consultas pela internet
- Fornecimento de até dois extratos contendo a movimentação do mês

Onde os bancos aplicam o dinheiro que você deixa na conta

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É isso mesmo, os bancos ganham com a grana que você esquece lá, mesmo que por apenas um dia.

Sobrou um dinheiro na conta corrente e você nem percebeu? Mas o seu banco, tenha certeza, sabe direitinho que a grana está lá. E apesar de você não tê-la usado para nada, a instituição financeira com a qual você trabalha provavelmente soube ganhar com os recursos que ficaram parados.

O economista da Febraban (associação que representa o setor bancário), Rubens Sardenberg, explica que o dinheiro que sobra nos bancos geralmente é aplicado em títulos públicos federais em operações de um dia, chamadas de overnight.

Por exemplo, se você recebe o salário na conta corrente no dia 10 e não mexe no dinheiro, não importa se por um dia ou mais, o banco pode usá-lo par fazer uma aplicação de um dia em títulos do governo federal, no Banco Central.

Os bancos aplicam o dinheiro no final do dia e na manhã seguinte recebem os recursos de volta, só que corrigidos por um juro equivalente a um dia da taxa básica (Selic), que está em 8,75% ano. Os rendimentos, claro, ficam com os bancos, e você nem percebe que tudo isso aconteceu porque as operações são feitas eletronicamente.

A boa prática bancária diz que no final do dia não pode haver falta nem sobra de dinheiro nos bancos. Se faltam recursos, as instituições financeiras precisam pegar emprestado com outro banco com ou com o BC para cobrir a diferença. E elas pagam juros por isso. Se sobra dinheiro, elas têm que fazê-lo render.

Mas os bancos não têm liberdade de movimentar todo o dinheiro que fica na conta corrente porque são obrigados a depositar uma parte desses recursos no Banco Central. Isso se chama depósito compulsório.

Marcos Cintra, professor titular e vice-presidente da FGV (Fundação Getúlio Vargas), explica que essa medida tem o objetivo de evitar que os bancos emprestem dinheiro demais e acabem ficando sem reservas caso sejam feitos muitos saques num mesmo período. Ou seja, os bancos têm que estar preparados para devolver o dinheiro caso você precise dele.

De cada R$ 100 que estão na conta corrente, os bancos deixam R$ 42 no caixa do BC (esse é valor de compulsório ficado pelo Banco Central). O restante, eles podem, além de aplicar em títulos públicos, emprestar para consumidores e empresas.

Entretanto, como há maior risco de inadimplência das pessoas físicas e jurídicas, os bancos preferem colocar dinheiro em títulos públicos vendidos pelo BC, que são mais seguros e têm lucro garantido.

De acordo com dados do Banco Central, até 15 de julho deste ano havia uma sobra de aproximadamente R$ 400 bilhões nos bancos. Segundo Sardenberg, essa não é uma situação de equilíbrio e reflete a cautela dos consumidores e empresários em razão da crise econômica mundial.

As dúvidas sobre o que pode acontecer no futuro em relação ao consumo, emprego, inflação e todo resto da economia brasileira levou a uma paralisação dos investimentos, tanto das empresas quanto das pessoas.

Ou seja, a empresa que pretendia construir uma nova fábrica, preferiu deixar o dinheiro no banco e esperar para ver o que acontecerá com a economia. Muitos consumidores que planejavam trocar de carro ou mesmo comprar um apartamento também optaram por aguardar mais um pouco antes de tomar a decisão. Foi esse movimento que gerou uma sobra de dinheiro no caixa dos bancos privados.