terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Prédio no Japão exibe painéis com realidade aumentada

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O código permite que celulares recebam informações sobre o prédio

O código permite que celulares recebam informações sobre o prédio

Um prédio comercial no Japão ostenta em sua fachada um QR Code, uma espécie de código de barras que pode conter um texto, uma URL ou informações sobre um produto.

A imagem projetada nos painéis exteriores do N Building (ou Edifício N, um prédio da zona comercial da cidade de Tachikawa ) desde o final de dezembro permite que portadores de telefones celulares com câmera tirem fotos do código de barras 2D. Com o auxílio de um leitor do código, o dispositivo abre o navegador embarcado que carrega o site do edifício.

Além disso, segundo o site Making The Mogul, com um aplicativo adicional instalado em dispositivo móveis (por enquanto apenas disponível para o iPhone), o usuário pode apontar sua câmera para o edifício e ser surpreendido com uma camada de realidade aumentada, que apresenta, de forma interativa, informações sobre as lojas do prédio e suas promoções, bem como uma interface de seviços como reservas e download de cupons promocionais.

Outra novidade é a exibição de tweets postados de dentro do N Building, diretamente na tela do celular.

Um porta-voz da TeradaDesign Architects, uma das empresas responsáveis pelo empreendimento, disse que o e a idéia de usar QR Code em sua fachada veio de um anseio da equipe por fortalecer a identidade do edifício, além de trazer muito mais informações ao pedrestre, se comparado à mídia tradicional, feita com sinais e outdoors.

Um vídeo com a demonstração da leitura do QRCode do N Building pode ser visto a partir do link http://vimeo.com/8468513.

Cão labrador leva cobra venenosa para donos na Austrália

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O cão Brandon, com a cobra enrolada no focinho (Foto: Deborah Allen)

O cão Brandon com a cobra no focinho (Foto: Deborah Allen)

Um cão labrador deu um susto nos seus donos após retornar para casa no Estado de Victoria, no sul da Austrália, com uma das cobras mais venenosas do mundo na boca.

Brandon, como é chamado pelos donos Deborah e Peter Allen, havia caçado uma cobra do gênero Austrelaps, que habita pântanos e se alimenta de sapos, ratos, pássaros e outros répteis.

Essas cobras, conhecidas na Austrália como copperheads, são tímidas, podem crescer até um metro e, segundo especialistas, são da 11ª espécie mais venenosa do mundo.

Segundo os donos de Brandon, o cão costuma trazer tudo que acha a eles. O casal disse à imprensa local que teve sorte de estar em casa quando Brandon trouxe a surpresa enrolada na boca e focinho.

Segundo eles, a cobra ainda se movia, mas Brandon, de 11 anos, continuou parado, firme, até seus donos pedirem para ele soltá-la dentro de um saco.

O casal então correu para o veterinário com o animal de estimação, que havia sido picado pela cobra, mas foi tratado a tempo.

O presidente da Associação Veterinária Australiana, Peter Gibbs, disse a jornais australianos que há um número alarmante de animais sendo levados a clínicas no país devido a picadas de cobra, que aumentaram nesta temporada.

De acordo com Gibbs, cobras tendem a ser mais ativas no fim da tarde em diante.

Os sintomas de picada incluem vômito, convulsões, sangramento no local ferido e paralisia. Neste casos, é necessário tratamento de urgência.

Itaú terá que pagar indenização a cliente impedido de entrar em agência

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O Banco Itaú terá que pagar R$ 15 mil de indenização, por danos morais, a um cliente que foi impedido de entrar em uma agência. A decisão é da 12ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio, que decidiu manter a sentença de primeiro grau proferida pelo juízo da 4ª Vara Cível do Fórum Regional de Jacarepaguá.

Dilson dos Santos, autor da ação, conta que, ao tentar entrar no banco, a porta giratória travou e, apesar de retirar todos os objetos de metal, passar por uma revista pessoal e, por fim, ficar de cueca, sua entrada não foi permitida.

Segundo o relator do processo, desembargador Mario Guimarães Neto, a conduta dos seguranças do réu foi abusiva. “Tais fatos foram suficientes para gerar não somente preocupações ou meros aborrecimentos, mas efetivo dano moral, eis que atingiram a honra e a dignidade do requerente, causando-lhe, sem dúvida, toda sorte de vexame e constrangimento, perante as pessoas que estavam no local, maculando desta forma a sua imagem”, destacou o magistrado.

Brasileiros estão entre mais dispostos a gastar em supérfluos em 2010, diz pesquisa

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Os consumidores brasileiros e os asiáticos são os mais dispostos a retomar neste ano gastos em despesas que não são tidas como essenciais, como reformas da casa, artigos tecnológicos e férias.

Esta é uma das conclusões de uma pesquisa da consultoria Nielsen, que entrevistou em dezembro do ano passado 17.500 usuários de internet em 29 países para saber sobre sua confiança na economia, suas principais preocupações e seus hábitos de consumo.

A pesquisa coloca o Brasil no terceiro lugar do ranking de otimismo em relação à recuperação econômica.

De acordo com o estudo, o índice de confiança dos brasileiros é de 110, em uma escala de 0 a 200. Apenas Índia e Indonésia estão à frente do Brasil. Há seis meses, o índice brasileiro era de 96, colocando o país na quarta posição.

Artigos supérfluos
No Brasil, 49% dos entrevistados consideram que 2010 será um bom ou um excelente momento para voltar a gastar em artigos supérfluos e 38% acreditam que o ano `não será tão bom`.

A confiança dos brasileiros contrasta com a de outros países latino-americanos. Apenas 33% dos argentinos e 29% dos mexicanos pensam da mesma forma. Nos Estados Unidos, 31% dos ouvidos se disseram dispostos a investir em artigos supérfluos.

Segundo a pesquisa da Nielsen, 39% dos brasileiros planejam gastar dinheiro em férias, 43% em artigos tecnológicos e 40% em reformas em suas residências.

Apenas 11% dos entrevistados dizem não ter nenhum dinheiro sobrando para gastar com itens que não são essenciais.

Confiança global
O índice de confiança dos consumidores ao redor do mundo subiu de 82 para 87 entre junho e dezembro de 2009.

`A pesquisa da Nielsen mostra que nos últimos seis meses, os consumidores se tornaram mais confiantes na retomada de crescimento econômico de seus países`, disse James Russo, vice-presidente da consultoria.

Russo explicou que a expectativa de recuperação econômica é maior nos países em desenvolvimento do que nos desenvolvidos.

Mais de 90% dos americanos e dos britânicos ouvidos consideram que seus países continuam em recessão, enquanto 83% dos chineses e 60% dos cingapurianos dizem que suas economias já está crescendo novamente.

No Brasil, apenas 32% dos ouvidos acreditam que o país permanece em recessão, enquanto na Argentina e no México esse percentual chega a 69% e a 92% respectivamente. No primeiro trimestre de 2009, 69% dos brasileiros viam o país em crise.

Ásia
Os asiáticos, assim como os latino-americanos, são os consumidores com o índice de confiança na economia mais alto. Os europeus seguem sendo os mais pessimistas.

Na lista dos dez primeiros colocados no ranking de otimismo, seis países são da Ásia e dois da Oceania. Brasil e Canadá completam o grupo.

Hong Kong foi o país que teve maior crescimento em seu índice de confiança: foram 21 pontos de elevação. Com isso, o país saltou para a sétima posição.

Na outra ponta da tabela, o país em que o pessimismo mais cresceu foi o Emirados Árabes Unidos em decorrência da crise financeira de Dubai no final do ano.

Mensalidade escolar está em média 7% mais cara em 2010, constata FGV

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SÃO PAULO – As mensalidades escolares apresentaram, na primeira semana de 2010, reajuste médio de 7%, segundo revelou levantamento parcial do Ibre/FGV (Fundação Getulio Vargas), nesta segunda-feira (18). De acordo com a entidade, as variações partem de 5% e chegam a 18%, considerando as escolas de ensino elementar, Fundamental e Médio.

Em 2009, a inflação registrada pelo IPC (Índice de Preços ao Consumidor) ficou em 3,95%. Caso a coleta do final de janeiro revele reajuste médio de 7%, haverá, neste ano, um aumento real de 2,93% nas mensalidades escolares.

Segmentando a análise, as mensalidades das escolas de Ensino Fundamental registraram aumento médio superior ao dos outros níveis, de 7,54%. Considerando as escolas de Ensino Médio, a FGV constatou reajuste médio de 7,35%. As pré-escolas reajustaram 6,67% o valor, ao passo que as instituições de Ensino Superior aumentaram as mensalidades em 4,05%.

No ano passado, os reajustes ficaram, em média, em 8%. Considerando todos os reajustes, incluindo o Ensino Superior e pré-escolas, a taxa de variação ficou em 6,72%.

Regiões
Considerando as sete capitais metropolitanas analisadas pela pesquisa, Recife apresentou as maiores médias de aumento para os estabelecimentos de Ensino Fundamental (10,82%) e pré-escolas (10,05%), ao passo que o maior reajuste para o Ensino Superior ficou com São Paulo (4,62%). O maior reajuste do Ensino Médio ficou com Belo Horizonte, onde as mensalidades subiram 8,15%.

A menor taxa de reajuste do Ensino Fundamental ficou com São Paulo, onde o aumento foi de 6,05%. Já a menor variação da mensalidade do Ensino Médio ficou com Brasília (6,53%). O menor reajuste para a pré-escola foi registrado em Salvador e no Rio de Janeiro - ambas com 6,07%.

A menor variação para o Ensino Superior foi verificada em Recife, onde o aumento ficou, em média, em 0,78%.

Reajustes acumulados
Considerando os reajustes acumulados dos últimos oito anos, o estudo revela que as mensalidades dos cursos formais ficaram 70,68% mais caras, desde 2002 – o índice é maior que o acumulado do IPC do mesmo período, que ficou em 60,37%.