quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Cartão de crédito é a principal pendência para 71,1% dos endividados.

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SÃO PAULO – O cartão de crédito  lidera a lista dos tipos de dívidas dos brasileiros em outubro. De acordo com a Peic (Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor), da CNC (Confederação Nacional do Comércio), neste mês, 71,1% dos consumidores endividados têm dívidas com o dinheiro de plástico para arcar. Considerando as faixas de renda, a situação não muda muito, uma vez que, entre aqueles com ganhos de até 10 salários mínimos, 71% têm dívidas no cartão de crédito, ao passo que entre os que ganham acima desse patamar, 72,7% estão na mesma situação. De maneira geral, a Peic revelou que, em outubro, 58,6% dos consumidores do País estão endividados – número menor que o registrado em setembro, quando 59,2% estavam nessa situação. Carnês, crédito pessoal...

Cartões de lojas cobram juros de mais de 500% ao ano.

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Os cartões de lojas chegam a cobrar juros de mais de 500% ao ano no crédito rotativo e, em alguns casos, escondem taxas, segundo dados do Procon Rio Claro. Levantamento feito pelo órgão aponta que as tarifas embutidas podem deixar esse tipo de cartão mais caro que os cartões de crédito convencionais. Facilidade na hora da compra, os cartões de lojas escondem do consumidor uma série de inconvenientes, entre eles juros abusivos e serviços embutidos. O Procon chama a atenção para uma rede de lojas que cobra custo de manutenção anual de R$ 35,88 e juros do rotativo de 541% ao ano - que são cobrados quando o cliente não paga o valor total da fatura. Também há casos em que a loja faz propaganda de parcelamento em prestações fixas, mas não informa que há cobrança de juros de 122,71% ao ano e nem...

Quem possui tempo de contribuição, deve pedir aposentadoria já.

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Chega em dezembro deste ano nova tabela do Fator Previdenciário Os trabalhadores que já atingiram os 35 anos de contribuição para o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), no caso dos homens, ou 30 anos, no caso das mulheres, já podem pedir a aposentadoria para escapar de um desconto maior no valor do benefício. Em dezembro entra em vigor a nova tabela do fator previdenciário - índice que reduz o benefício de quem se aposenta mais cedo.   Segundo o advogado previdenciarista, Humberto Tommasi, a tabela muda com a divulgação da expectativa de vida da população, medida pelo IBGE. "Como a expectativa de vida está aumentando, estima-se que a nova tabela seja ainda mais prejudicial para o segurado.   Assim, quem se aposentar antes da mudança poderá evitar uma redução maior no valor...

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