domingo, 29 de novembro de 2009

Peregrinação a Meca chega ao fim sem incidentes

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Evento religioso, que reuniu 2,3 milhões na Arábia Saudita, termina neste sábado (28)

AP

Foto por AP

Cerca de 2,3 milhões de peregrinos visitaram o santuário de Meca, na Arábia Saudita, neste ano, e não houve registro de incidentes graves no evento

A peregrinação anual a Meca, na Arábia Saudita, chegou ao fim neste sábado (28) e os balanços preliminares mostram que não foram registrados incidentes importantes, com poucos casos de gripe H1N1 entre os 2,3 milhões de muçulmanos que fizeram a viagem.

O diretor da comissão responsável pelas infra-estruturas nos locais sagrados, Habib Zin el-Abidin, afirmou:

- Foi uma peregrinação com toda segurança.

Para ele, a construção de uma ponte de cinco níveis em Mina, perto de Meca, facilitou de forma considerável a movimentação dos fiéis durante o ritual de apedrejamento dos pilares que representam Satã, que prossegue neste sábado (28) pelo segundo dia consecutivo.

Mohamed Fadheli, que fez a peregrinação e acredita que "o fervor dos fiéis venceu até o medo da gripe H1N1", declarou:

- As medidas adotadas foram muito eficazes.

Durante toda a peregrinação, foram registrados apenas cinco casos fatais da doença, o último deles um paquistanês de 70 anos que já tinha graves problemas de saúde, segundo o Ministério saudita da Saúde.

Muitos peregrinos estavam impacientes para concluir os rituais. Milhares deles optaram por passar a noite ao ar livre perto de Mina para poder executar o apedrejamento dos pilares cedo e encerrar a viagem.

Segundo números oficiais, o total de peregrinos alcançou 2.313.278, sendo que 1.613.965 deles vieram do exterior.

As autoridades sauditas se dispõem agora a organizar a saída dos peregrinos, que seguirão em massa para os aeroportos, portos e rodoviárias.

Ruas na zona leste de São Paulo serão fechadas para festa da Vila Matilde

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Itinerários de ônibus também irão mudar neste domingo por causa de comemoração

O entorno da praça Vereador João Aparecido de Paula, na zona leste de São Paulo, será bloqueado neste domingo (29) pela CET (Companhia de Engenharia de Tráfego). O bloqueio será feito para a realização da festa do 87º aniversário da Vila Matilde, promovida pela Subprefeitura da Penha.

Das 11h às 22h do domingo, serão feitas interdições nas seguintes vias:
- rua Dona Matilde, entre as ruas Antônio de Souza Campos e José Mascarenhas;
- rua Marcondes de Brito, entre as ruas Doutor Pelágio e José Mascarenhas;
- rua Doutor José Paulo, entre as ruas Antônio de Souza Campos e Doutor Pelágio Marques.

A CET recomenda que os motoristas que precisem circular pela rua Dona Matilde durante o período do bloqueio entrem na rua Antônio de Souza Campos, sigam pelas ruas Edgar de Azevedo e José de Mascarenhas, e retornem à rua Dona Matilde. Os motoristas podem ainda escolher seguir pela rua Marcondes de Brito, rodando pela rua Doutor Pelágio Marques, rua José Marcarenhas e, posteriormente, pela Dona Matilde.

mapa-bloqueio-vilamatilde-g-20091128



Também por causa da festa, a SPTrans, empresa responsável pelo ônibus municipais, vai mudar o itinerário de três linhas de ônibus que circulam pelas ruas Dona Matilde e Dr. José Paulo e pela avenida Marcondes de Brito. A modificação na rota dos veículos também será realizada entre as 11h e às 22h do domingo.

De acordo com a SPTrans, as três linhas transportam, em média, cerca de 6.530 passageiros aos domingos. Veja abaixo como ficará o trajeto das linhas neste domingo:

3414/10 Vila Dalila- Terminal Parque D. Pedro 2
Ida: normal até a rua Dona Matilde, seguindo então pela rua Dr. José Mascarenhas, rua Edgard de Azevedo Soares, Antônio de Souza de Souza Campos, praça Dom Duarte Leopoldo, rua Durvalina, avenida Melchert e prosseguindo normal.
Volta: normal até a rua Dona Matilde, e depois percorrendo a rua Antonio de Souza Campos, rua Edgard de Azevedo Soares, rua Dr. José Mascarenhas, rua Dona Matilde e prosseguindo normal.

3725/10 Metrô Vila Matilde - Vila Dalila
Sentido único: normal até a avenida Melchert, seguindo então pela rua José Mascarenhas, rua Dona Matilde, prosseguindo normal até a rua Dona Matilde e indo pela rua Dr. José Mascarenhas, rua Edgard de Azevedo Soares, praça Dom Duarte Leopoldo e prosseguindo normal.

342C/10 Jardim Marília - Penha
Ida: normal até a rua Dona Matilde e entrando pela rua Dr. José Mascarenhas, rua Edgard de Azevedo Soares, Antônio de Souza de Souza Campos, rua Dona Matilde e prosseguindo normal.
Volta: normal até a rua Dona Matilde passando a percorrer pela rua Antônio de Souza Campos, rua Edgard de Azevedo Soares, rua Dr. José Mascarenhas, rua Dona Matilde e prosseguindo normal.

Albinos têm vida dura na África

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AP / Abisalom Omolo
Foto por AP / Abisalom Omolo
Mary Owido ouve um tipo de elogio que ninguém gostaria de ouvir

Existe uma crença, na África, que diz que partes do corpo de um albino têm poderes mágicos. Isso é uma bobagem, mas quem é que vai explicar uma coisa dessas pra cada um dos africanos?

Não é uma tarefa fácil.

Principalmente quando um kit completo com um albino desmembrado chega a ser vendido por coisa de 75 mil dólares.

É até compreensível que uma pessoa como Mary Owido, por exemplo, não queira sair de casa de jeito nenhum. Ela é albina e diz que só fica confortável quando está trabalhando ou em casa com seu marido e seus seis filhos.

- Pra onde quer que eu vá, as pessoas ficam falando sobre mim, dizendo que minhas pernas e minhas mãos podem valer uma fortuna na Tanzânia. Esse tipo de conversa me dá medo. Eu morro de medo de sair de casa sozinha, diz ela.

Desde 2007, 44 albinos foram mortos na Tanzânia e outros 14 foram desmembrados em Burundi.
Evidentemente, se você é albino no leste da África, você tem medo – e muito.

De acordo com dados da Cruz Vermelha, pelo menos 10.000 albinos foram realocados ou abrigados em refúgios desde que a matança começou.

Polícia sueca inocenta marido e diz que alce matou mulher

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Ingemar Westlund

Ingemar Westlund disse que foi 'arrastado para um pesadelo'

Um homem que foi preso na Suécia sob suspeita de ter matado a própria esposa foi inocentado depois que a polícia decidiu que ela provavelmente foi morta por um alce.

Ingemar Westlund, de 68 anos, encontrou o corpo de sua esposa Agneta, de 63 anos, em uma lago próximo à vila de Lofthammer, em setembro do ano passado.

Ele foi preso no mesmo dia e mantido sob custódia por dez dias. Por várias semanas, ele foi considerado o principal suspeito do crime.

Mas o caso contra Westlund foi abandonado depois que análises forenses detectaram pelos e saliva de um alce nas roupas da mulher.

"Minha família e eu fomos arrastados para este pesadelo", disse ele ao jornal sueco Expressen.

A última vez que Agneta havia sido vista foi levando o cachorro da família para passear na floresta. Westlund disse que ela sumiu e que foi procurá-la.

As acusações contra o sueco foram abandonadas há cinco meses, mas o caso só foi revelado publicamente nesta semana. A polícia de Lofthammer pretende dar uma entrevista coletiva à imprensa nos próximos dias para esclarecer o caso.

Os alces mais comuns na Suécia, em geral, têm medo de pessoas e fogem ao avistarem humanos. Mas, segundo relatos da imprensa sueca, os animais podem se tornar agressivos, especialmente os que se alimentam de maçãs caídas em jardins, que ficam fermentadas com o tempo.