quinta-feira, 6 de maio de 2010

Indenização de R$ 5 mil para cliente que ficou uma hora e meia na fila.

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Banco do Brasil diz que filas são "inerentes às atividades desempenhadas em nosso cotidiano"


A 2ª Câmara Cível do TJ de Mato Grosso manteve sentença que condenou o Banco do Brasil ao pagamento de reparação por danos morais a um correntista que foi obrigado a permanecer pelo período de uma hora e meia à espera de atendimento em uma agência do Município de Tangará da Serra (239 a médio-norte de Cuiabá).

Além de negar acolhimento à apelação interposta pela instituição financeira, os magistrados da câmara julgadora acolheram recurso do cliente e determinaram o aumento no valor a ser indenizado, de R$ 1,5 mil, fixados no feito original, para R$ 5 mil. Os honorários advocatícios também foram majorados, passando de R$ 300 para R$ 750, a serem arcados pelo banco.

O correntista Afonso Henrique Jara Vieira teve que aguardar por uma hora e meia, pois sua demanda só poderia ser atendida por meio do caixa manual.

Como estratégia de defesa, o Banco do Brasil argumentou que a espera “é algo inerente às atividades desempenhadas em nosso cotidiano, fato este que não gera danos morais, mas sim, meros aborrecimentos”.

A relatora do recurso, desembargadora Maria Helena Gargaglione Póvoas, concluiu, em seu voto, que `a demora no atendimento ao cliente ultrapassou todos os limites possíveis e imagináveis, posto que o apelante permaneceu na fila por um tempo prolongado, quando não dispunha de outra forma de pagamento a não ser o caixa manual`. Destacou a existência de uma lei municipal que prevê punições aos bancos que expõem os usuários a demora excessivas. (Proc. nº 111499/2009).

Jovem de 23 anos ganha US$ 1 milhão jogando game de beisebol nos EUA

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Shh, não conte aos seus filhos. Wade McGilberry acaba de ganhar US$ 1 milhão jogando um game.

O jovem de 23 anos completou a façanha em apenas uma hora e meia, se tornando o primeiro a lançar um arremesso conhecido como jogo perfeito no game `Major League Baseball 2010`.

Ele e sua mulher, Katy, planejam quitar a hipoteca e começar uma família com os ganhos.

`Nós estamos tentando ser responsáveis com isso. Somos pessoas simples`, disse Katy McGilberry, 23.

Não era, supostamente, para ser fácil. De fato, Wade não estava capacitado para repetir a proeza desde 2 de maio, dia em que comprou o game no lançamento, o jogou quando voltou para casa à noite do trabalho e bateu um recorde.

A fabricante do game Take-Two 2K Sports ofereceu um prêmio de US$ 1 milhão para a primeira pessoa que fizesse o lançamento perfeito.

Veja o lançamento do desafio aqui.

Em um jogo perfeito, nenhum rebatedor da equipe adversária alcança a bola nos nove tempos do jogo.

O game está disponível para consoles PlayStation e Xbox 360.

Para britânicos, brasileiros são o segundo povo mais bonito do mundo

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Modelo brasileira Gisele Bundchen

Brasileiros são reconhecidos como o segundo povo mais bonito do mundo.

Britânicos consideram brasileiros o segundo povo mais bonito do mundo, atrás apenas dos americanos.

A revelação foi feita na pesquisa "De onde vêm as pessoas mais bonitas do mundo?", realizada pela internet com cerca de cinco mil britânicos acostumados a viajar pelo planeta.

Um porta-voz da empresa OnePoll, responsável pelo levantamento, afirmou em nota que Hollywood pode ser responsável pela boa colocação dos americanos.

"Celebridades como Jennifer Aniston e Brad Pitt ajudam a criar a imagem da América como um país que é terra de pessoas atraentes".

Logo após o Brasil vem a Espanha na terceira posição, seguida de Austrália e Itália. Os britânicos ocupam apenas o sétimo lugar.

Os Dez Mais:

  1. Estados Unidos
  2. Brasil
  3. Espanha
  4. Austrália
  5. Itália
  6. Suécia
  7. Inglaterra
  8. Índia
  9. França
  10. Canadá

"O talento dos ingleses foi suficiente apenas para deixá-los em sétimo lugar, apesar de (o ator) Gerard Butler ter levantado a bandeira da Escócia, (os britânicos) derrotaram apenas os alemães (na Europa) ", disse a nota da empresa.

"Quando você pensa em países com gente bonita, os talentos de Suécia, Itália, França e Brasil vêm à mente dos britânicos, pálidos e preguiçosos".

A pesquisa foi realizada entre os dias 8 e 16 de fevereiro e uma lista de 30 países foi disponibilizada para o internauta, que contava ainda com a opção de acrescentar novos países para votar.

Universidades convocam mulheres feias para tratamento psicológico

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Aplicação de botox (arquivo)

Pesquisadores visam atender mulheres de 19 a 30 anos de idade

As Universidades de Granada e Jaén (ambas no sul da Espanha) estão convocando mulheres feias para um projeto experimental científico. O objetivo é testar um tratamento psicológico que cure os transtornos provocados pela obsessão com o ideal de beleza inalcançável.

As faculdades de psicologia das duas universidades oferecem o tratamento gratuito a mulheres entre 19 e 30 anos que admitam estar insatisfeitas com seu aspecto físico e queiram participar de forma voluntária do projeto.

A coordenadora do estudo científico e catedrática em psicologia da Universidade de Granada, Maria del Carmen Santaella justifica a importância do tratamento de pessoas consideradas feias "porque a preocupação com o aspecto físico afeta de forma alarmante a uma parte importante da população".

"O ideal de beleza transmitido pela família, amigos e mídia é tão rígido na nossa sociedade que chega a alterar a percepção que uma pessoa pode ter sobre o que é uma aparência normal", afirmou.

"São padrões inalcançáveis que acabam provocando transtornos graves, o que em psicologia chamamos de descontentamento normativo", disse à BBC Brasil.

Sem critérios

Para participar do projeto não há um critério estético. Cada candidata que se ache feia e considere que o aspecto físico lhe cria problemas emocionais e de adaptação social, pode se inscrever.

Mas as universidades valorizarão históricos como obesidade (índice de massa corporal igual ou superior a 30 pontos), transtornos de alimentação e tentativas excessivas de dietas e exercícios físicos.

A equipe de investigadores selecionará as mais feias considerando também fatores psicológicos provocados pela falta de autoestima como ansiedade e depressão.

"Não se trata apenas de fazer com que as pessoas se sintam mais bonitas, mas que reduzam seus níveis de estresse", explicou Santaella.

"Uma vez que deixem de atentar contra si mesmas, lhes ajudamos a controlar a ansiedade, aumentar seus sentimentos pessoais, reconhecer sua beleza e reduzir o mal estar que lhes provoca o próprio aspecto."

O projeto será dirigido pela clínica de psicologia da Universidade de Granada que já colabora com outros grupos de investigação na Holanda e na Alemanha em tratamentos de pessoas com transtornos de obesidade, bulimia e anorexia.