domingo, 14 de junho de 2009

O que o granizo fez a um A320 da TAM

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Os aviões são confiáveis, mesmo em se tratando dos Airbus, cuja filosofia de pilotagem primária pelo computador tem sido questionada - e com certa razão, dadas as circunstâncias - depois do desastre com o A330 da Air France. Neste caso, eu tinha ciência do incidente por descrição de colegas que são comandantes, mas as imagens traduzem muito melhor a dimensão da emergência que essa tripulação enfrentou em uma rota doméstica, a uma altitude muito inferior à que estava o AF447. É importante mostrar isso para reforçar também o fato de que acidentes aeronáuticos acontecem por uma combinação de fatores, nunca por uma única causa e que mesmo em condições muito adversas as aeronaves ainda tem condição de completar o percurso ou realizar um pouso emergencial. No A320 abaixo, a sorte foi ter enfrentado um CB abaixo do limite de cruzeiro. O voo era o 4312, da TAM, com decolagem de Curitiba para São Paulo, Congonhas. A data exata não tenho, mas sei que o caso ocorreu em fevereiro do ano passado. Ao chegar a 9 mil pés, o jato atravessou um CB com formação de gelo. Louve-se também a perícia dos pilotos, já que são raros os incidentes com esse nível de estrago nos quais o resultado é tão positivo. As imagens falam sozinhas:

A chegada do PT-MZV

O A320 prefixo PT-MZV levava a bordo 138 passageiros e seis tripulantes. Só a perda do radome, a tampa dianteira onde está localizado o radar da aeronave, já configuraria uma situação emergencial. Sem ele, os pilotos perderam as informações sobre as outras aeronaves em rotas próximas e passaram a voar guiados pelo controle de tráfego. O incidente ocorreu cinco minutos após a decolagem. O voo foi encerrado em Guarulhos.

Muita gente não acreditou no tamanho do dano

Outro ângulo

Apenas parte da tampa do radome ficou presa ainda nas dobradiças. O prato, que integra o conjunto do radar, ficou retorcido pelo vento e marcado pelas esferas de gelo que colidiram com a aeronave. É importante frisar que o desempenho aerodinâmico também foi afetado pela ausência do cone dianteiro. Diante da situação, a tripulação foi consultada, mas como o controle do avião continuava inalterado, recebeu orientaçao de seguir até São Paulo, onde as condições de pouso eram melhores. A perda do radome afetou o radar, atingiu o dreno de água e destruiu o "táxi light", luz de suporte sob a asa que é usada quando a aeronave se desloca em terra para a decolagem ou para o finger. Ocorreram ainda mossas nas bordas dos dois motores - sorte não terem empenado as palhetas das turbinas, o que poderia as ter paralisado. Bordos de ataque do profundor e das asas foram amassados também.

Reparem o parabrisas

Mais danos

Se a falta do cone foi preocupante, pelo estrago que poderia ter provocado na turbina, mais ainda é o estado dos vidros da cabine, estilhaçados pelo impacto das pedras de granizo. O impressionante é que a estrutura resistiu ao impacto, apesar da força das pedras. O ataque das pedras também tornou inoperante o piloto automático, um equipamento essencial nesse tipo de jato, onde os pilotos efetivamente controlam a aeronave apenas nos momentos iniciais após a decolagem e a 500 pés do toque na pista na hora do pouso.

Marcas da ação no granizo nas asas

Bordo da asa

Vidros trincados


Os danos não se limitaram à frente do jato. O gelo desascou ou amassou partes sob a aeronave. E arrancou o bordo de proteção das asas e dos estabilizadores traseiros, expondo a chapa amassada pelo impacto, mas que resistiu à pressão aerodinâmica do voo mesmo sob condições adversas. Aliás, a imagem do vidro da cabine vista de dentro deixa clara a situação com a qual os pilotos tiveram de enfrentar, sobretudo pela aproximação e pouso apenas por instrumentos, sem possibilidade de visual mesmo quando a pista se encontrava bem à frente. Faltou pouco para que houvesse uma despressurização traumática da cabine. A 8 mil pés não seria tão desastroso quanto a que teria ocorrido nos momentos finais do AF447, mas ainda assim causaria uma série de problemas. Internamente, fora do cockpit, a pancada do granizo só foi percebida por quem tentou usar o banheiro. O lavatório traseiro ficou assim:

sem descarga
Marcelo Ambrósio.

AF447 Coincidências e coisas a esconder

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À medida que se multiplicam relatos de falhas técnicas com jatos Airbus o trabalho de recuperação de destroços vai ficando em segundo plano. É um efeito natural dada a onda de indignação que cresce no setor e que certamente chegará nos tribunais.

Nos fóruns especializados, pilotos e engenheiros concentram-se nos sensores de velocidade (Tubos de Pitot) e na porcentagem de sua participação no fim de um jato de quatro anos e 18 mil horas de vôo apenas. Tentando remontar o quebra-cabeças, esmeram-se em cálculos e recusam-se a aguardar o resultado das investigações. E avançam mais rapidamente que a reação dos que tentam contradize-los.

Tal desconfiança é compreensível, pois a demora implica na continuidade do risco. Também reflete uma tentativa válida de depurar um declaratório oficial não confiável. Será que os pilotos da Air France ligados ao sindicato Alter teriam se recusado a continuar voando nos A330 se acreditassem nas garantias do Bureau D`Enquêtes et D`Analises pour La Securité de L`Aviation Civile (BEA)? Não fosse por gente assim não se ficaria sabendo que o A330 tinha um crônico problema de congelamento com os sensores de velocidade anterior ao acidente. E pior, que fabricantes, autoridades e a companhia aérea o menosprezaram.

Na manhã do dia 1º de junho, quando o presidente da Air France informou sobre “dúzias” de alarmes enviados em quatro minutos e “acontecimentos inteiramente imprevistos”, fora instruído cuidadosamente. Já tinha ciência de que o aviso do sistema ACARS às 23h10 incluía não uma leitura incoerente de velocidade, mas um pequeno código que reportava a falha completa dos três sensores da Thales (modelo PN C16195AA). Era o mesmo problema, de novo. Da falha decorreram as outras. Na sexta-feira, o mesmo Pierre-Henri Gourgeon – que era o diretor da BEA quando o A330, com seus sensores defeituosos, foi certificado – afirmou ao Le Parisien não acreditar que os tubos de Pitot tinham sido a causa do desastre. Podem não ser a única. Mas são.

Gourgeon luta para empurrar os precedentes para bem longe. Tem boas razões para isso. A Airbus não deu publicidade, mas a ordem mandatória número 354, emitida em 8 de agosto de 2001, já determinava a substituição obrigatória dos três Tubos de Pitot dos A330. Na ordem de 2007, a obrigação tinha virado apenas sugestão para as companhias. A Air France não seguiu. E os defeitos continuaram ocorrendo.

Informações assim constam, por exemplo, do Air Safety Report produzido pela ACA (Air Caraibes Atlantique) a respeito de pane ocorrida em setembro do ano passado com o A330-200 prefixo F-OFDF. A sequência de problemas enfrentados pelos pilotos é muito parecida com a registrada no AF447, porém menos catastrófica. E de dois outros ASR em A340 da própria Air France antecipados por mim na edição do JB em 6/6. Nos últimos anos, foram seis incidentes do gênero, confirmados pela própria Air France. A BEA tinha conhecimento disso tudo e pouco ou nada fez quando a Airbus mandou o memorando. Preferiu manter-se quieta e sujeita aos interesses do setor. Um recall do jato seria a ruína para o consórcio às voltas com os sucessivos atrasos e prejuízos com o programa do A380. Se não eram perigosos, então porque a ordem de troca obrigatória na Air France só chegou após o acidente?

Nada disso teria vindo à tona se os pilotos ficassem quietos. Estaríamos ainda acreditando que uma enorme tempestade - ou nem tão grande assim segundo o BEA - e um raio haviam abatido a aeronave, como até eu pensei. Foram atores, mas não os protagonistas; os sensores quebrados iludiram o computador e anularam as possibilidades de reação da tripulação. Como as coincidências é que elucidam as história, vai aqui mais uma: Bourgeon, que dirigiu o BEA e preside a Air France, foi colega de turma de 1965 na Escola Politécnica do chefe da investigação no BEA, Paul-Louis Arslanian. E de Noel Forgeard, presidente da Airbus até junho de 2005.

AF447 - Airbus sai da defensiva

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Uma das maiores feiras de aviação comercial no mundo, o Salão Aeronáutico de Le Bourget começa na semana que vem em Paris já com o salgadinho dos coquetéis com um gosto amargo. Será impossível tanto para executivos quanto para visitantes evitar falar do desastre com o A330, dos problemas com os sensores da aeronave, das dúvidas em torno da responsabilidade tanto do fabricante quanto da dona do avião. Para a Airbus, a tragédia não poderia ter ocorrido em hora pior, já que o consórcio europeu trava uma disputa ferrenha com os americanos da Boeing em torno da encomenda de um bom número de aeronaves pela companhia irlandesa de baixo custo (Budget carrier) Ryanair. O anúncio final é esperado para o salão e o noticiário do desastre, com sucessivas revelações que atingem a confiabilidade dos produtos da Airbus, levaram o consórcio a uma reação.

Ontem, Thomas Enders e Fabrice Bérgier, respectivamente presidente e vice da Airbus, quebraram o silêncio mantido desde o dia do desaparecimento do voo em defesa das aeronaves fabricadas pela empresa. Ambos foram diplomáticos ao tratar do caso, preferindo destacar aspectos positivos de segurança do jato, mas um porta-voz afirmou ao site 20minutes que internamente há uma disposição de interpelar na Justiça os jornais que continuarem a defender a paralisação dos voos com os A330 e A340 enquanto não se conhecer as causas do desastre.

– A cada dois segundos um jato da Airbus decola no mundo. E o A330 é um dos melhores equipamentos já construídos – declarou Enders, que é alemão, ao jornal Bild Zeitung.

Confrontado com o fato de que as pressões pelo recall aumentaram depois que os próprios pilotos entraram em cena, o que seria um atestado da desconfiança dos profissionais do setor com a Airbus, Enders preferiu evitar polêmicas.

Reação forte
Mais incisivo foi o vice-presidente Fabrice Bérgiers. Segundo ele, a decisão de companhias como a Swiss, a Brussel Airlines e a US Airways – que anunciaram a troca dos sensores em todos os jatos há poucos dias – seria “um reflexo da pressão dos comandantes e da própria opinião pública”. Assim, a suspensão do certificado de vôo para todos os A330, como a própria imprensa francesa chegou a cogitar, seria uma medida “fora de questão até mesmo pelo princípio da precaução”.

– Não há porque a Agência Européia de Segurança de Voo (EASA) tomar tal decisão. A esta altura, não há nenhuma ligação entre o acidente e qualquer questão envolvendo a navegabilidade desse avião – declarou Bérgier, que acrescentou. – Fazer com que as pessoas acreditem nesse tipo de coisa é algo simplesmente irresponsável.

Não é o que insistem os técnicos, mas Bergier apenas assume que os “dados incoerentes enviados pelos sensores de velocidade são uma parte dos fatos” e reage com veemência:

– Nossos aviões são seguros! E não somos só nós que afirmamos isso, mas a própria EASA – emenda, relatando em seguida que a “confiança” nos A330 foi renovada em um recente simpósio de aviação em Kuala Lumpur, na Ásia. – Há seiscentos aviões desse modelo voando no mundo inteiro hoje, já são mais de 13 milhões de horas de voo e é a primeira vez que um acidente com o A330 é registrado – emenda.

Enquanto isso, o relógio em Le Bourget vai correndo. Analistas de aviação observaram que o consórcio europeu cancelou eventos de mídia e tem demonstrado preocupação em ser solidário com os parentes dos mortos no acidente com o AF447. Acredita-se que o máximo que fará quando a feira for aberta será divulgar uma declaração a respeito. Quanto mais tempo aparecerem na imprensa revelações sobre as panes nos Tubos de Pitot e a demora na ordem de substituição, relacionados ainda indiretamente à tragédia, mais comprometida estará a festa.

Marisa Orth estudou artes cênicas e psicologia

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Se a Magda, personagem vivida pela atriz Marisa Orth, no programa Sai de Baixo da Rede Globo não estava nem um pouco interessada em adquirir conhecimentos, a artista revela que é o oposto. Na infância e na juventude, ela passou por três escolas.

No tempo em que frequentava as salas de aula, Marisa lembra com carinho das aulas de Geografia. Ela lembra que fazia peças teatrais sobre os temas estudados.

Depois que terminou o Ensino Médio, a atriz fez dois cursos ao mesmo tempo: se formou em psicóloga pela PUC e em artes cênicas pela USP. Foi também na Psicologia que ela aprendeu a construir as personagens que encena.

Marisa Orth, a atriz que estudou psicologia

Marisa Orth, a atriz que estudou psicologia

Reportagem em áudio

MICRÓBIOS COMEM SOLADO DE TÊNIS!

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trance8Em 2008 a Brooks, marca internacional de tênis para corrida, lançou o primeiro modelo de tênis com solado biodegradável, o BioMoGo. Agora já são seis modelos e se eles tiveram boa performance a idéia é ter todos os modelos da marca produzidos com este solado.
O BioMoGo tem um aditivo natural que acelera o nível de decomposição do solado, estimulando os micróbios do chão a “quebrar” o solado em nutrientes que podem ser usados por plantas ou animais. Muito louco, os micróbios vão comer o seu tênis, hi,hi,hi.
Por causa desta inovação este solado se decompõe em + ou - 20 anos, que significa 50 vezes mais rápido que os solados de borracha normal que podem levar até 1000 anos para desaparecer do planeta.
Outra atitude inovadora da Brooks foi não patentear esta tecnologia, dando a oportunidade para outras marcas também usarem isto e assim causar um impacto ainda maior para o planeta.
Eles também se preocuparam com as embalagens: caixas são de papelão reciclado e as tintas para impressão são a base de soja.
Etiquetas, catálogos e todo material impresso só usa papel certificado pelo FSC - Forest Steward Council, que assegura que toda madeira extraida foi produzida com técnicas de manejo sustentável.
Para saber onde comprar no Brasil veja no site da marca. Os modelos são: Adrenaline™ GTS 9, Glycerin® 7, Cascadia 4, Infiniti 2, Defyance 2, and Trance™ 8 shoes.
Agora você já tem tênis para combinar com a sua camiseta que vira adubo. Você fica bonito e as minhocas e os micróbios bem alimentados. Viva em um planeta mais feliz!

CELULAR VOADOR

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Sabe aquele saquinho plástico com um monte de celulares quebrados que você guardou e não sabe o que fazer com eles? Na Oxigênio de maio já demos as dicas de onde levar para reciclar. Agora achamos outro fim para eles: O Campeonato Brasileiro de Arremesso de Celular.

arremesso-de-celular

Criado em 2000 na cidade de Savonlinna
na Finlândia, o Campeonato vem ganhando cada vez mais adeptos mundo afora. A Finlândia é conhecida como o país dos celulares, onde estão os grandes fabricantes e os finlandeses são doidos por lançamentos, comprando novos aparelhos mesmo com os usados funcionando.

Para reciclar e ao mesmo tempo se vingar dos momentos incômodos que os celulares causam, o Campeonato é a ocasião ideal para toda a família. As crianças deliram podendo arremessar celulares que custaram uma grana e que elas não poderiam nem tocar!

O Sr. Mikko Lampi da Finlândia detém o recorde de distância desde 2005: 94,97 metros.
No Campeonato de 2008 você arremessava o velho e ganhava um novo. Quer tentar? O Campeonato de 2009 ainda vai rolar, entra no site para saber onde e quando.

Só não vale atacar o celular na cabeça da empregada como fez a Naomi Campbell, isso dá cadeia!

Boa audiência dá fôlego a séries policiais na TV

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LÚCIA VALENTIM RODRIGUES
da Folha de S.Paulo

O público parece sedento de tiros. E a TV aberta tenta alimentar essa demanda com dois seriados nacionais.

"Força-Tarefa" termina no dia 2 de julho. Exibido às quintas-feiras, na Globo, após "A Grande Família", tem mantido uma audiência média de 20 pontos no Ibope, um bom marco para o horário das 22h50.

Isso já garantiu uma sobrevida para a série, com direção-geral de José Alvarenga Jr., que fechou mais 16 episódios para serem filmados em fevereiro.

Também foi encomendada uma pesquisa com o público, logo após o final do programa, para avaliar o projeto como um todo e ver o que precisa ser mudado. "Ainda temos histórias para contar e queremos utilizar diferentes modos para fazer isso, com flashbacks, tramas de trás para a frente", diz Fernando Bonassi, autor do roteiro com Marçal Aquino.

Há propostas ainda para transformar "Força-Tarefa" em jogo e em HQ. "A trama policial sempre interessa, pela mesma razão do sucesso da literatura nesse gênero. Ela tem um apelo de público muito bom", avalia Aquino.

O mesmo fenômeno acontece com "A Lei e o Crime", encerrada na última segunda-feira, dia 8, com nove pontos de média, na faixa após as 23h.

O segundo lugar no ranking foi considerado de bom tamanho pela Record, e a trama dirigida por Alexandre Avancini já agendou a produção de uma segunda temporada no segundo semestre de 2010.

Além disso, a emissora manifestou interesse em fazer um filme inspirado no programa -que já havia sido baseado na novela "Vidas Opostas", ambos escritos por Marcílio Moraes. "Estou começando a pensar no roteiro", adianta o dramaturgo. "Vou usar alguns personagens e ambiências da série, mas quero criar uma história surpreendente, para não parecer apenas mais um episódio. Mais do que isso ainda é cedo para contar."

Menos maniqueísmo

Ambas as tramas abordam a violência policial, mas usam caminhos diferentes do tradicional "polícia persegue ladrão".

"Força-Tarefa", por exemplo, retrata o mundo da Corregedoria do Rio, que investiga os corruptos dentro da corporação policial, mas sem mostrar uma divisão clara entre mocinhos e bandidos. "Trabalhamos com uma violência ambígua dos personagens, que se refletem em qualquer profissional que porte uma arma hoje em dia", explica Bonassi.

"A Lei e o Crime" também investe em policiais corruptos e violentos, além de uma alta sociedade preconceituosa, cheia de negociatas, e traficantes que ajudam a comunidade.

Para Marcílio Moraes, "a concorrência é positiva". "Há espaço para seriados dramáticos, românticos, de aventura, de mistério, o que quiserem. O fundamental é a dramaturgia que lhe dará suporte. Se for boa, terá sucesso. Torço para que as emissoras invistam mais neste filão, se desgrudando um pouco das telenovelas."

Enquanto isso, na TV paga, outro projeto dessa linha está bem cotado. "9MM", dirigida por Michel Ruman, sobre uma divisão de homicídios em SP, teve quatro episódios no início.

Bem avaliado pela Fox, o programa teve mais nove capítulos, atualmente em cartaz. A rede mudou de tática e trocou o horário da série para não concorrer com "Força-Tarefa". Agora a exibição é às terças, às 23h. Pelo jeito, vem mais por aí.

Ferguson diz que por 2 vezes evitou saída de Cristiano Ronaldo

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Da Efe, em Londres

O treinador do Manchester United, Alex Ferguson, afirmou que nas últimas duas temporadas conseguiu evitar a transferência de Cristiano Ronaldo, mas neste ano chegou à conclusão de que já não podia retê-lo mais.

Essas foram declarações do técnico publicadas no "The Mail on Sunday" depois que o clube inglês aceitou a oferta do Real Madrid por Cristiano Ronaldo.

O jornal afirma que foi o próprio treinador do Manchester United que finalmente autorizou a transferência.

"Ele queria ir, tão simples quanto isso. Em algum momento iria embora. Fizemos bem em mantê-lo tanto tempo", disse Ferguson no sul da França, onde passa suas férias.

Parada Gay de SP deve atrair cerca de 3,5 milhões de pessoas neste domingo

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Acontece neste domingo a 13º Parada Gay da cidade de São Paulo e cerca de 3,5 milhões de pessoas são esperadas para participar do evento, segundo a Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo. Devido ao evento, a avendia Paulista estará bloqueada das 10h às 21h.

A parada está programada para começar às 12h em frente ao Masp (Museu de Artes de São Paulo), na avenida Paulista, onde acontece a concentração. O grupo deve seguir pela via até a rua da Consolação, por onde caminha, em seguida, rumo a praça Roosevelt.

Os organizadores estimam que a dispersão do grupo deve acontecer por volta das 20h na praça. Durante todo o percurso, o grupo será acompanhado por 20 trios elétricos, em sua maioria, ligados a ONGs e entidades sindicais como a UGT (União Geral dos Trabalhadores) e a CUT (Central Única dos Trabalhadores).

Neste ano, o tema da parada será "Sem Homofobia, Mais Cidadania Pela Isonomia dos Direitos!". De acordo com os organizadores, a escolha do tema é uma forma de realizar uma campanha a favor da aprovação do projeto que está em trâmite no Congresso um projeto de lei que transformaria a homofobia em crime e prevê penas para pessoas com comportamentos ou atitudes homofóbicas.

As polícias Civil e Militar vão realizar um esquema especial para garantir a segurança no evento. De acordo com a SSP (Secretaria de Segurança Pública), serão mais de 1.000 policiais que estarão divididos em três setores. Um estará na avenida Paulista outro ficará na rua da Consolação e mais um atuará na praça Roosevelt.

Além da fiscalização nos locais por onde a Parada Gay deve passar, os policiais ficarão também em grandes vias de acesso e nas proximidades de estações de trem e metrô.

Metrô

O Metrô de São Paulo vai operar com maior número de trens e com esquema especial de segurança neste domingo por causa da parada.

De acordo com a assessoria do metrô, a linha 2-Verde --que atende a região da avenida Paulista-- terá a oferta de trens reforçada durante todo o dia. Serão oito trens em circulação pela manhã, 12 no período da tarde e oito à noite, realizando 615 viagens --aumento de 160 voltas em relação a um domingo normal.

Já o número de seguranças será reforçado nas estações Paraíso, Brigadeiro, Trianon-Masp, Consolação, República e Sé. Para a orientação do público, o metrô informou que fixará cartazes nas estações, além de disponibilizar emissão de mensagens sonoras específicas para o evento.

O metrô ainda alerta os usuários que os acessos Ipiranga e praça da estação Republica estarão fechados durante todo o evento.

O grupo deve seguir pela via até a rua da Consolação, por onde caminha, em seguida, rumo a praça Roosevelt. Os organizadores estimam que a dispersão do grupo deve acontecer por volta das 20h, na praça.