quinta-feira, 13 de maio de 2010

Traficantes fingiam-se de peregrinos, diz polícia italiana

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A polícia disse que as freiras não sabiam das transações

A polícia italiana disse que traficantes disfarçavam-se de peregrinos e usavam um convento nas proximidades de Milão para distribuir cocaína.

Foram apreendidos 40 quilos de cocaína e o porteiro do covento, um sul-americano de origem não revelada, foi preso.

Além dele, outras 30 pessoas foram detidas, incluindo vários colombianos e membros de gangues que operam no crime organizado do sul do país, que controlariam o tráfico de drogas da América do Sul para a Europa.

A polícia disse que as freiras do convento na cidade de Piacenza não tinham ideia que o porteiro usasse o local para traficar.

A investigação da polícia durou três anos.

Acesso a tecnologia está ligado à felicidade, diz estudo

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(arquivo)

Na Índia, por exemplo, possuir um computador é sinal de prosperidade

Uma pesquisa britânica alega que há ligações entre o acesso à tecnologia e a sensação de bem-estar.

O instituto britânico de estudos sobre tecnologia BCS analisou resultados de uma pesquisa que envolveu 35 mil pessoas em todo o mundo e descobriu que o acesso a dispositivos de comunicação é o que mais produz respostas positivas.

O estudo também descobriu que mulheres em países em desenvolvimento e pessoas de baixa renda ou com baixo nível educacional de ambos os sexos são as que demonstram sensações mais positivas com o acesso à tecnologia.

De acordo com Paul Flatters, da Trajectory Partnership que conduziu a pesquisa em nome da BCS, isto ocorre, em parte, pelo fato de que mulheres tendem a ter um papel mais central na família e outras redes sociais e seriam as mais beneficiadas.

"Nossa hipótese é que mulheres em países em desenvolvimento se beneficiam mais, pois nestas sociedades elas são mais limitadas socialmente", acrescentou Flatters.

De acordo com o pesquisador, a próxima fase da pesquisa vai se concentrar em testar esta hipótese.

Todas as idades

A pesquisa também descobriu que esta relação entre acesso à tecnologia e bem-estar não parece aumentar com a idade, apesar dos esforços de vários países para colocar as faixas etárias mais avançadas online.

"Não importa se você é jovem ou mais velho, somos todos seres sociais, todos temos a necessidade de coisas que o acesso à tecnologia facilita", disse Flatters.

As descobertas do grupo de pesquisas britânico contradiz a opinião de psicólogos como Yair Amichai-Hamburger, diretor do Centro de Pesquisas para Psicologia na Internet na Escola de Comunicações Sammy Ofer, de Israel.

Em um editorial publicado em 2009 na revista especializada New Scientist, Armichai-Hamburger afirmou que a tecnologia tinha um impacto negativo no bem-estar das pessoas ao deixar confuso o limite entre tempo profissional e tempo pessoal.

Paul Flatters admite que os resultados do estudo do BCS vão "um pouco contra a intuição".

"Muitas das coisas escritas sobre tecnologia são negativas", disse. "Mas estamos confusos pelo fato de as pessoas serem ligadas aos seus (objetos) de tecnologia", acrescentou.

Em muitas culturas, o fato de alguém possuir um objeto de tecnologia é um símbolo de boa posição social, de acordo com Kathi Kitner, pesquisadora da Intel.

Possuir um computador é considerado um sinônimo de boa educação no mundo todo. No entanto, a classe média emergente de um país como a Índia, por exemplo, também acredita que este é um sinal de prosperidade, segundo Kitner.

"Não foi documentado se a prosperidade em termos financeiros realmente se materializa, mas é muito real em termos de percepção", afirmou.

Atriz americana deixa herança de US$ 8,4 milhões para o mordomo

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Ruth Ford com o estilista francês Pierre Balmain, em 1947 (foto:  Carl Van Vechten/Library of Congress)

A atriz Ruth Ford morreu no ano passado, aos 98 anos

A atriz americana Ruth Ford, que morreu no ano passado aos 98 anos, deixou toda sua fortuna de US$ 8,4 milhões para o imigrante nepalês que trabalhou como mordomo para a família por três décadas e meia.

Em seu testamento, Ford deixou para Indra Tamang todos os seus pertences, incluindo dois apartamentos no edifício Dakota, em Nova York, e sua coleção de arte, com exceção de suas roupas e suas joias.

Sem explicitar seus motivos no documento, ela deixou de fora sua filha, Shelley Scott, e seus dois netos, com quem pouco teve contato nos seus últimos anos de vida.

Shelley entrou com um apelo, que foi negado pela Justiça, e teve que se contentar com uma pequena quantia. Ainda assim, ela se disse “muito contente” por Tamang.

Casa modesta

O nepalês, de 57 anos, foi criado em uma casa de taipa numa área rural do Nepal e foi levado aos Estados Unidos em 1974 pelo irmão da atriz, o escritor, fotógrafo e artista Charles Henri Ford, que havia vivido em Kathmandu.

Ele trabalhou como cozinheiro, faxineiro e acompanhante para Charles, que também vivia no Dakota, até sua morte, em 2002, e depois para Ruth.

Tamang, que vive com a mulher e três filhas em uma casa modesta no bairro de Queens, em Nova York, conseguiu se naturalizar americano no ano passado, com a ajuda da patroa, 20 anos após ter pedido a cidadania do país.

O mordomo disse ainda não saber o que vai fazer com a herança recebida, mas descartou se mudar para o apartamento no Dakota e disse que pretende permanecer em sua casa atual no Queens.

Pesquisa elege Victoria Beckham como 'celebridade com pés mais feios'

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Victoria Beckham (arquivo)

Entrevistados escolheram Victoria Beckham disparado

A cantora Victoria Beckham, casada com o astro do futebol David Beckham, foi apontada em uma pesquisa na Grã-Bretanha como "a celebridade com os pés mais feios do país".

A integrante do grupo Spice Girls, conhecida por seu joanete, foi "eleita" por cerca de 700 pessoas, das mil que responderam à pesquisa encomendada por de uma fabricante de calçados.

A segunda colocada, a ex-primeira dama britânica Sarah Brown, ficou em segundo lugar com 11% dos votos, depois de recentemente ter sido obrigada a exibir involuntariamente seus pés descalços durante uma visita a um templo hindu em Londres.

O levantamento é parte de uma campanha da empresa Dr. Scholls, fabricantes de produtos de cuidado com os pés.

"Tomamos as medidas dos pés da nação e encontramos um monte de dor e sofrimento", resumiu o diretor de Marketing da empresa, Mark Critchley.

A julgar pela pesquisa, Victoria Beckham e Sarah Brown não precisam se sentir como peixes fora d’água: metade dos entrevistados se disse insatisfeita com seus próprios pés.

Porém, nesse tema, indicou o levantamento, a saúde vem depois da vaidade: metade dos entrevistados admitiu já ter comprado um par de sapatos desconfortáveis só porque eram mais bonitos.

Cobiça

A pesquisa revelou que os sapatos são objeto de cobiça para muitos britânicos e britânicas.

Uma em cada três mulheres disse que preferiria comprar um bom par de sapatos que comida para abastecer a despensa. Entre os homens, essa relação é de um a cada oito.

Entre as mulheres, 7% das entrevistadas admitiram adorar tanto seus sapatos que até já teriam chegado a dormir com eles calçados nos pés.

Pés de Victoria Beckham (arquivo)

Pés de Victoria Beckham: má fama

Por sua vez, 13% dos homens admitiram já ter usado salto alto entre as quatro paredes.

No quesito sensualidade, quatro entre cinco mulheres dizem se sentir mais desejadas quando usam salto alto.

Entretanto, apenas as 2% mais corajosas se disseram dispostas a se aventurar sobre saltos com 10 cm ou mais.