terça-feira, 18 de agosto de 2009

Olhar fotos de doces pode ajudar a emagrecer, diz estudo

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Olhar fotos de bolos, doces e outras tentações pode ajudar mulheres decididas a emagrecer a manter o compromisso, segundo um estudo do Instituto de Pesquisa em Psicologia e Saúde da Universidade de Utrecht, na Holanda, divulgado pela revista New Scientist.

De acordo com a psicóloga Floor Kroese, autora do estudo, a tentação pode aumentar o autocontrole das mulheres que estão fazendo dieta.

Para testar a teoria, Kroese e seus colegas dividiram 54 estudantes do sexo feminino em dois grupos e pediram que um deles olhasse a fotografia de um bolo de chocolate e o outro de uma flor, sob o pretexto de um teste de memória.

Os pesquisadores então perguntaram às mulheres sobre seus planos de manter uma dieta saudável e ofereceram a elas a escolha entre um biscoito de chocolate ou um de aveia, como lanche.

As mulheres que viram a fotografia do bolo de chocolate demonstraram uma maior propensão em manter uma dieta saudável do que as estudantes que viram a foto da flor.

As estudantes que viram o bolo também demonstraram maior preferência pelo biscoito de aveia – que testes anteriores mostraram ser visto por elas como a opção mais saudável.

Tentações

Segundo a psicóloga, a visão de alimentos tentadores nem sempre leva à vontade de satisfazer o desejo de comê-los.

“Parece que ver uma comida tentadora lembrou às mulheres de seu objetivo de cuidar do peso, e fez com que elas agissem de acordo.”

A psicóloga sugere colar fotos de comidas tentadoras na porta da geladeira para ajudar a lembrar do objetivo de perder peso.

Kroese alerta, no entanto, que o resultado parece só se aplicar às mulheres que querem perder peso, e que não está claro como o resto das pessoas reagiria às fotos.

Britânica perde 25 kg e compete pelo país em Mundial de Triatlo

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Uma professora que recentemente perdeu cerca de 25 kg e apenas no ano passado aprendeu a nadar foi selecionada para representar a Grã-Bretanha no Campeonato Mundial de Triatlo, a ser realizado na Austrália em setembro.

Melanie Ryding, de 37 anos, da cidade de Wellingborough, decidiu que estava na hora de emagrecer quando percebeu que não cabia mais nas suas calças tamanho 46.

Paralelamente ao regime, ela se inscreveu em um clube de triatlo, onde aprendeu a nadar.

"Sempre odiei educação física na escola e se, naquela época, me dissessem que eu hoje estaria treinando como triatleta, eu teria achado a ideia simplesmente ridícula", disse ela à BBC.

Ela, no entanto, nunca se distanciou do mundo dos esportes, tendo se tornado uma das primeiras mulheres a apitar partidas profissionais de rugby masculino.

Inspiração

Melanie contou que sua maior inspiração foi a também britânica Jane Tomlinson, que se tornou maratonista e triatleta mesmo sofrendo de câncer.

"Quando li que ela competiu em uma prova de Iron Man (a modalidade mais difícil do triatlo) enquanto fazia tratamento de quimioterapia, pensei: 'Meu Deus! Se ela é capaz de fazer isso, acho que eu também posso'", afirmou.

No Campeonato Mundial de Triatlo, a prova é disputada na sua modalidade olímpica, com 1.500 metros de natação, 40 km de bicicleta e 10 km de corrida.

Para se preparar para a competição na Austrália, Melanie treina 14 horas por dia, além de manter seu trabalho como professora.

"Toda a minha vida, eu escutava que não seria capaz de fazer várias coisas que depois eu fiz. E o fato de ter saído de uma vida comum para fazer parte da equipe da Grã-Bretanha para mim é motivo de muito orgulho", disse.

República Dominicana paga dívida à Venezuela com feijão

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A República Dominicana vai pagar uma dívida de US$ 12 milhões referente ao petróleo comprado da Venezuela usando feijões pretos, informou nesta terça-feira o ministério da Fazenda dominicano.

Os feijões vão começar a ser exportados em 2010, segundo o acordo firmado entre a Bariyen (a filial da estatal de petróleo venezuelana, PDVSA) e o governo dominicano.

Segundo o ministério, os últimos detalhes devem ser acertados "nos próximos dias".

Além da oferta dos feijões, a República Dominicana teria proposto ainda oferecer serviços de turismo aos venezuelanos para pagar a dívida contraída com a compra do petróleo.

Petrocaribe

A negociação se enquadra no acordo Petrocaribe, iniciativa do presidente venezuelano, Hugo Chávez, de 2005, que permite aos 18 países signatários o financiamento de 40% do petróleo que compram em até 25 anos com apenas 1% de juros.

Os 60% restantes devem ser pagos no ato da compra.

Além do financiamento, outra vantagem que o Petrocaribe oferece aos seus signatários é a possibilidade de utilização de formas alternativas de pagamento.

Cuba, por exemplo, pagou boa parte de sua dívida com a Venezuela fornecendo serviços prestados por médicos e outros especialistas.

Estes acordos vêm sendo criticados pela oposição venezuelana, que afirma que o país está oferencendo seu maior bem econômico em troca do aumento de sua influência política na região.

Mas países signatários afirmam que vem sendo grande a importância do apoio venezuelano para suas economias nesta época de crise econômica.

O acordo Petrocaribe é assinado por Antigua e Barbuda, Bahamas, Belize, Cuba, Dominica, Granada, Guatemala, Guiana, Haiti, Honduras, Jamaica, Nicarágua, República Dominicana, São Cristóvão e Neves, São Vicente e Granadinas, Santa Lucia, Suriname, Costa Rica e Venezuela.

Homem teria fingido ser pintor para roubar 20 imóveis no DF

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A Polícia Civil do Distrito Federal (DF) prendeu Idelsi Alves da Silva, 43 anos, foragido do sistema penitenciário desde 1989. Segundo a polícia, Silva é suspeito de mais de 20 roubos e furtos em apartamentos neste ano. O foragido se passaria por um pintor para enganar as vítimas.

De acordo com a polícia, Silva fingia ser pintor e pedia um copo d'água e uma caneta a algum morador da residência. Ele aproveitaria para verificar quantas pessoas estavam no imóvel antes do roubo ou furto.

A Polícia Civil afirmou também que os crimes ocorreram principalmente na Asa Sul, Asa Norte, Setor Sudoeste e em Taguatinga.

Gripe suína altera rotina dos concursos públicos

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A gripe suína começou a alterar a rotina dos concursos públicos. As organizadoras de seleções em todo o Brasil estão tomando medidas para evitar que haja disseminação do novo vírus durante a aplicação de provas, quando há aglomeração de muitos candidatos.

A principal medida é a diminuição do número de pessoas por sala. Ontem, também com a rotina modificada, voltaram às escolas os cerca de 2,3 milhões de alunos das redes pública e particular do Rio, após mais de um mês de férias forçadas.

Em relação aos concursos, algumas precauções que as instituições vão tomar são permitir o uso de máscaras cirúrgicas; deixar janelas abertas e ar condicionado desligado; separar locais especiais para grávidas; e disponibilizar álcool em gel e sabão nos banheiros.

Primeira empresa a tomar cuidados especiais, o Cespe/UnB (Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da Universidade de Brasília) informou que nenhum candidato será impedido de fazer prova, caso tenha algum sintoma da gripe. Mas caberá a cada um avaliar se deve ou não comparecer. "É importante somar esforços, mas sem criar um ambiente de alarmismo", diz Joaquim José Soares Neto, diretor-geral do Cespe/UnB.

A Funrio, que no dia 6 de setembro vai aplicar as provas do Ministério da Justiça em diversos estados, inclusive no Rio, vai contactar um infectologista para decidir que medidas serão tomadas. A Fundação Cesgranrio, assim como a Ceperj (antiga Fesp) e a Fundação Carlos Chagas, vão permitir que os candidatos usem máscaras durante as provas. Mas deverão retirá-las para devida identificação antes de entrar no local do exame.